Crítica| The Last: Naruto The Movie

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O filme é dirigido por Tsuneo Kobayashi e logo de cara chama bastante atenção, em relação aos demais filmes da franquia pois ele faz parte da cronologia inicial. Só isso já elevaria a curiosidade dos fãs para ir ao cinema, mas o melhor é que há mais do que pode se imaginar.

A história se passa dois anos após o fim da Quarta Grande Guerra Ninja, na qual Naruto foi considerado o maior herói. Aliás, Naruto é praticamente o maior desejo entre as jovens na vila, causando um desconforto para Hinata, que sempre o amou

A paz reina sobre o mundo ninja e a Vila da Folha que tem Kakashi como Hokage.

O vilão da história é um ninja chamado Toneri Outsutsuki, último descendente de Hagomoro Outsutsuki (Mais conhecido como o Eremita dos Seis Caminhos). O seu plano é simples: Destruir a Terra, que com as diversas guerras e conflitos em todo mundo, desvirtuou-se do caminho pretendido pelo Eremita.

Enfim, o filme funciona muito bem para responder bastante perguntas sobre o que não foi passado na série. Ele é bastante romântico, a química entre os personagens é visível e tenho certeza que os fãs do anime ficarão bastante animados e emotivos pelo o que está por vir entre Naruto e Hinata. Vários momentos entre os personagens sendo relembrados e tudo se encaixando perfeitamente. Não é forçado, e nem mamão com açúcar.

Uma das curiosidades que é explicada no longa é porque o Byakugan é considerado um doujutsu tão poderoso, além disso ficamos sabendo mais sobre a criação da Lua e do passado do Eremita dos Seis Caminhos.

Aqueles que esperam aquelas cenas de ação super excitantes talvez se decepcionem. Porque mesmo que as cenas de luta sejam bem-feitas, esse não é o foco do filme.

A animação é de ótima qualidade, por isso The Last: Naruto the Movie é uma obra que vai agradar a maioria dos fãs, tapando os buracos que a história deixa e fechado com imagens que vão encher os olhos de muitos fãs.

Avaliação 4/5.