Yakuza Like A Dragon: A linha tênue de tudo um pouco.

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Faz algum tempo que Yakuza Like A Dragon saiu, mas ele permanece vivo. Mas quando eu digo vivo eu digo como um todo pelos fãs, e se a mudança vai fazer sentido… Bom, tenho algo a dizer sobre.
Yakuza Like a Dragon é um jogo de turno de mapa aberto, desenvolvido pelo Ryu Ga Gotoku Studio, e distribuído pela Sega.
Ichiban Kasuga é o protagonista dessa jornada, uma jornada dramaticamente divertida! Ficou estranho oque eu disse?
Pois bem, o jogo ele pode ser definido desse jeito: bagunça sincronizada!

A arvore evolutiva não é tão complicada, isso já traz uma alegria assim que ela é mostrada.


O novo título da franquia, de longe É o mais recheado de coisas pra fazer, porém isso deixa o jogo confuso.
A confusão já começa na história sobre o prólogo é arrastado, mostra muito da história do líder da família a qual Ichiban é devoto dele, e é tão arrastado que tem momentos que deixam o jogo apenas “assistivél” (existe isso? Bom, não sei, mas vindo do que tem nesse jogo, tudo pode!). Bom, o jogo realmente começa depois de muito texto e nós estamos na pele do protagonista resolvendo pendências da família a qual ele serve. Depois de um tempo, o jogo passa por mudanças em seu andar. E do mesmo modo que o personagem fica sem entender, eu também fiquei (e você ficará). Não vou dar spoiler algum da história pois vou te dizer algo (confia), mesmo a história sendo arrastada e com alguns diálogos desnecessários, pensa num enredo com um potencial pra outras mídia? Yakuza Like a Dragon supre isso!

Diálogos em texto perde o pouco do impacto.


Teve partes as quais eu me emocionei, me senti mal e triste. Mas teve outras que eu ri do quão o ridículo é o novo normal dentro da loire do jogo! A história é a parte mais delicada nesse produto, porque é aonde tua atenção deve estar, mas é a parte que tu cansa mais rápido (eu sei, você continua sem me entender né?)
Exemplo, você passa a ouvir sobre uma criança que morre dentro de um guarda volumes, alguma minutos desse diálogo você bate com uma bicicleta em um capanga aleatório, ou você está ouvindo sobre um possível assassinato e do nada você está em uma missão para procurar um desentupidor pra dar um trato em um banheiro. Talvez isso seja o sabor de Yakuza, mas pra mim ficou salgado demais.
A franquia é conhecida pelas loucuras e diferentes coisas ao redor do principal volume criativo: o

No meio do turno um martelar de botões é a coisa mais legal que pode acontecer!

Beat’em up.
Porém as loucuras de Kart, karaoke e afins, tem um novo tempero: combate por turno.
Mas a sacada de mestre aqui foi a loucura aliada ao turno! Mais dinâmico e com alguns movimentos em tempo real, não chega a ser algo de ação como Final Fantasy 7 Remake, mas mesmo assim diverte.
Entre habilidades básicas e especiais e refrigerante pra repor energias, o ponto mais fraco do jogo: O Mapa. Parece que estamos dando voltas e voltas no mesmo lugar, e o que era pra ser imersivo, se torna cansativo.

O jogo demora pra acontecer, e depois de horas o jogo finalmente toma corpo!
Uma árvore de habilidades confusa mas não tão confusa que não se possa aprender. Gerenciamento até do que cone tem que ser feito.

Acredite, essa marreta é a arma mais normal desse jogo!


Confesso que depois de algumas horas eu comecei a me simpatizar com o jogo pois o turno não é tão parado.
O jogo pelo fato de ser um JRPG, ele vai ser diferente desde o seu modo de jogabilidade a direção de roteiro.
Pra quem ama JRPGs e turno, talvez seja o melhor jogo desse estilo na atualidade sem sombra de dúvidas.

Yakuza Like A Dragon (ou 7 se tu for muito fã e foi assim que foi lançado no oriente), chega mostrando uma coisas que quase ninguém nos jogos arriscam: reinventar a roda na maneira como vemos a diversão dos jogos!
Se vai dá certo, aí será com vocês!

Pensa num rolê aleatório achar no menu do jogo algumas versões do clássico Virtua Fighters!


O jogo recebeu versões para todas as plataformas (next gen e a anterior).
E um bônus maroto: nos menus você consegue acessar versões simples de alguns jogos da franquia Virtual Fighters (da pra tirar uns minutos ali relembrando a infância).

Nota: 2