Análise Resident Evil 2 (Playstation 4)
01.03
2019
Análise Resident Evil 2 (Playstation 4)

Desde o lançamento de Resident Evil Remake em 2002 para Nintendo Game Cube os fãs de RE dos demais consoles queriam desesperadamente que a Capcom quebrasse a exclusividade da Nintendo e lançasse uma versão para os demais, pois bem, em dezembro de 2008 ele foi lançado para Nintendo Wii no Japão e posteriormente em junho de 2009 para a América do Norte e Europa, mas ainda assim o jogo estava nas mãos da gigante Nintendo e foi ai que finalmente em novembro de 2014 essa exclusividade foi quebrada e RE Remake chegou nos consoles da Sony, Microsoft e Pc’s no Japão, seguindo um lançamento para o resto do mundo em janeiro de 2015, o jogo vinha com gráficos incríveis e uma jogabilidade que lembrava o original, só que com muitas melhorias.

A partir desta data que marcou todos os fãs logo veio a pergunta, será que a Capcom vai fazer também Resident Evil 2 Remake? Desde então fórum, comunidades e outros meios de comunicação foram criados e o assunto não parava de ser discutido, até mesmo falsas notícias e imagens eram espalhadas dizendo que o lançamento estava próximo, porém tivemos que esperar um pouco mais.

Até que 17 anos depois (levando em consideração a data de lançamento do Game Cube, ou apenas 4 anos comparando com o lançamento para os demais consoles em todo o mundo) o verdadeiro lançamento acontecia, Resident Evil 2 chegava simultaneamente para todos os consoles,  precisamente em 25 de janeiro de 2019.

 

Voltar a delegacia de Raccoon depois de tantos anos vai ser uma experiência fantástica, pode apostar!

 

Reconstruindo um clássico

 

Resident Evil 2 possui (para uma grande parte dos fãs) umas das melhores histórias dentre os 3 primeiros lançados, nesta nova adaptação a essência da história se manteve, porém tivemos algumas mudanças na narrativa visando um melhor entendimento para os jogadores, apesar de que, no jogo original de 1998 não tínhamos aceso a internet e a língua inglesa ainda era um desafio, então jogávamos apenas deduzindo o que não estava muito obvio, sem entender muito da história, essa parte era suprida por revistas especializadas que faziam o trabalho de tradução para que pudéssemos entender o que estava acontecendo, hoje em dia temos a disposição jogos traduzidos para nossa língua, no caso de RE 2 legendas em português, o que já torna a satisfação de jogar muito maior, imagine aqueles arquivos que você achava no jogo original e ignorava por não entender o que dizia, agora poderá ler todos e se aprofundar ainda mais nos mistérios que a trama possui.

 

O jogo é totalmente legendado, durante as telas de carregamento é possível obter mais informações sobre a história e personagens.

 

Não foi só a história que teve algumas mudanças, o jogo por completo passou por uma repaginação excelente, todas as localidades conhecidas estão lá, as ruas no início do jogo tomadas por zumbis, carros tombados e fogo por toda a parte, a delegacia de Raccoon e suas dependências, conseguimos fechar os olhos e imaginar a obra original, só que quando abrimos novamente temos a sensação de algo inédito, mesmo sendo algo que já conhecemos, uma mistura de nostalgia com novidade, é uma sensação difícil de descrever.

Depois de ver os personagens da série envelhecerem, ter um Leon e uma Claire bem mais jovens e inexperientes traz de volta a essência da franquia, não que os atuais sejam ruins, de forma alguma, o RE7 por exemplo, mesmo com tamanhas mudanças foi e é um sucesso, só que os fãs querem o survival horror, e ele está mantido nos clássicos, e RE2 nos traz tudo de uma só vez, ele nos mostra como é possível ser atual sem mudar as origens.

 

Todos nós sabemos que Leon é o cara, mas aqui não, ele é só um novato tentando sobreviver.

 

“Novos truques para um cachorro velho”

 

Acho que o título acima descreve bem a jogabilidade de Resident Evil 2, um clássico com uma nova mecânica. No jogo original tínhamos uma mira travada, só era possível subir ou abaixa-la, era impossível mirar exclusivamente na cabeça, a câmera do jogo não acompanhava o personagem e a cada mudança no ângulo de visão havia uma travada de alguns milésimos de segundo para que a próxima área fosse inserida na tela, tudo isso agora é passado, desde RE6 é possível andar e atirar ao mesmo tempo, a mira é livre e podemos focalizar em qualquer parte do corpo dos zumbis porém, mesmo com a liberdade de mirar na cabeça, não ache que dois ou três tiros serão suficiente para estoura-las, basicamente suas chances de estourar a cabeça são maiores mirando nela, mas o jogo computa o mesmo dano atirando em qualquer parte do corpo dos zumbis, o que acontece é que temos uma pequena porcentagem de chance de dar um tiro critico, onde ai sim ocorre o “estourar de miolos”, porém isso é totalmente aleatório, pode acontecer no primeiro tiro como pode acontecer no sexto.

 

Um zumbi com a cabeça estourada não é nada bonito de se ver, armas de calibre alto fazem esse estrago mais facilmente.

 

A câmera fica exatamente no ombro do personagem, assim como foi inserida em RE4 e proporciona uma excelente visão na hora de atirar nos alvos, não houve momentos de travamento em relação a câmera, em todas as partes do jogo ela se manteve sobre o ombro sem enganchar em paredes ou cantos, o movimento de 180 graus está presente e também funciona muito bem, principalmente em momentos de fuga contra chefes e outras criaturas mais rápidas.

 

A câmera sobre o ombro deixa a visão livre para que você focalize os inimigos, mesmo assim tentar atirar nesta dupla não vai ocasionar coisa boa.

 

Quem estava com saudade dos puzzles?

 

Tudo bem que RE7 já havia trazido de volta uma boa parcela deste atrativo, mas quem jogou o clássico já deve imaginar, “bom, como eu já joguei o original já sei a maioria dos códigos, arrastar a estátua para o local correto, apertar os botões nas estantes da biblioteca na ordem correta, ou apenas encontrar as peças de xadrez para colocar no quadro e abrir a passagem secreta”, pois está completamente enganado, todos os puzzles foram modificados, mesmo que em pequenos e sutis detalhes, não seria justo começar a jogar e desvendar um código sem o mínimo de esforço, alguns destes puzzles foram muito bem melhorados tendo uma complexidade maior de execução, como o caso das peças de xadrez que no original só precisavam ser encontradas e colocadas no quadro para abrir a passagem, agora além de encontra-las, você terá que resolver dois mini games para conseguir abrir a passagem, nada muito difícil, basta ler os arquivos e “botar a cuca pra ferver”.

 

Uma coisa muito legal e útil é que conforme você encontra os itens na tela e não pega, eles ficam marcados no mapa. (Obs: dica nesta imagem)

 

Armamento melhorado

 

Todas as armas do jogo original estão presentes no Remake, assim como suas respectivas melhorias, algumas armas ganharam melhorias extras, outras armas que não possuíam, ganharam, a beretta e a escopeta por exemplo possuem 3 e 2 melhorias respectivamente para serem equipadas, no original era apenas uma para cada, já o lança-chamas e a spark shot (ou fuzil de eletrochoque) que por si só já eram armas fortes que inclusive ocupavam (e ainda ocupam) 2 espaços no inventário ganharam um item de melhoria, uma forma legal de acrescentar itens novos ao jogo.

Além das armas convencionais, uma ideia já utilizada retorna aqui em RE2, as armas secundárias ou armas de defesa, em RE1 Remake existe o punhal que funciona para se desvencilhar dos zumbis quando agarrado, só que ele não pode ser usado como a faca em qualquer momento, esse item pode ser pego tanto por Chris quanto por Jill, aliás cada um dos personagens tem um item exclusivo, a granada de fragmentação para Chris, que é colocada na boca dos zumbis quando agarrado, mas que não pode ser arremessada, e um taser para Jill que eletrocuta os zumbis, já em RE2 no lugar do punhal é usado a faca e ela serve tanto para ataque quanto para se defender e ao contrário do punhal que se perdia ao ser usado a faca poder ser recuperada ao eliminar completamente o zumbi, levando em consideração a sua resistência, ela possui uma barra que indica a sua durabilidade, se essa durabilidade estiver no mínimo ao se defender do zumbi ela se quebra, mas ao longo do jogo é possível adquirir várias, já a granada de fragmentação funciona igual no primeiro título, porém é possível arremessa-la a qualquer momento, causando mais dano do que quando é usada para defesa, a novidade fica por conta das granadas de atordoamento, que criam um clarão de luz e um som alto ao detonar, ideal para fugir de qualquer grupo de zumbis e inimigos mais fortes.

 

Ao ser agarrado por qualquer criatura, caso tenha equipado um arma de defesa basta aperta L1 para usar e se desvencilhar do agressor, no caso, a granada próxima ao pé do monstro pronta para detonar.

 

“Caras e bocas”

 

As animações dos movimentos de Leon e Claire estão ótimas e bem trabalhadas, é muito bom ter a visão em terceira pessoa, nada contra a câmera de RE7, mas os fãs querem ver seus ídolos. Em momentos em que os personagens estão em níveis críticos de saúde, eles fazem caretas de expressão de dor, e fica nítido, quase é possível sentir o que estão sentindo, gaste alguns segundos observando, é um trabalho muito bem feito.

Outra coisa que me chamou a atenção foi que em alguns momentos, ao conseguir estourar a cabeça do zumbi no último instante antes de ser agarrado, o corpo do mesmo cai em direção de Leon/Claire, que o joga para o lado se desvencilhando da criatura já sem vida, é legal ver que a Capcom pensou em um pequeno detalhe como este, que enriquece a animação, de forma simples, porém gratificante.

 

A expressão de dor do Leon ficou bem convincente.

 

Os inimigos também ganharam muita atenção, é possível ver diversos tipos de zumbis diferentes no decorrer de todo o jogo, e agora quando eles sofrem muito dano perdem partes do corpo chegando a ficar totalmente desmembrados, as partes perdidas espalham muito sangue no local tornando toda cena mais aterrorizante, isso funciona muito bem, um zumbi em pé é uma ameaça em potencial, porém atire em seu joelho até este se quebrar que seu nível de ameaça cai drasticamente, é uma boa maneira de economizar munição, pois um zumbi no chão pode ser facilmente finalizado com uma faca.

 

Partes de zumbis ficam espalhadas por toda a sala.

 

No jogo original, por motivos óbvios na potência dos consoles da época, quando se matava um zumbi e entrava numa porta qualquer e depois voltava, notava-se que o corpo do mesmo havia sumido, agora isso não acontece mais, eles ficam caídos, muitos deles fingindo de mortos, só aguardando os jogadores passarem para agarrar suas pernas, e nesse ponto a outra observação muito boa a ser feita (e mais um ponto para a Capcom), vamos mais uma vez usar a referência do Resident Evil 2 clássico, quando estávamos em situação de “Danger” prontos para a morte, ao se deparar com um zumbi caído, não havia preocupação, bastava deixar o zumbi agarrar o pé do personagem para que este executasse um movimento de pisão onde estourava a cabeça do infeliz, e não importava quantos fossem, todos teriam o mesmo fim, nosso personagem só morria se fosse pego no danger por um zumbi em pé ou qualquer outra criatura, mas para a nossa infelicidade (e principalmente a minha, pois aprendi está lição na prática), ao estar em nível danger e ser agarrado por um zumbi rastejante, mesmo sem nenhuma das pernas, este o escalará e o jogará ao chão, o finalizando ali mesmo, posso afirmar que é muito frustrante ser morto desta maneira, mas afinal, queremos que cada novo Resident seja o mais real possível, então porque isto não deveria acontecer? Capcom, mais um ponto positivo na sua conta, (apesar que o cara que fez essa inclusão no jogo ficou com as orelhas quentes, posso afirmar!!!).

 

Cuidado, zumbis rastejantes são mortais caso te peguem em estado de Danger.

 

Toda a galera reunida

 

Além de nossos protagonistas todos os outros personagens do jogo original fazem presença, Sherry Birkin é nossa coadjuvante na campanha de Claire e a linda oriental Ada Wong faz uma grande participação na campanha de Leon, do lado da galera do mal, Annette Birkin e Willian Birkin, ambos mãe e pai de Sherry, o nosso amado (só que não) Mr. X, como foi apelidado na época e assim ficou marcado, afinal, todos que jogam RE2 da velha guarda o chamam assim, “Tirano” é um tanto quanto comum, pois sabemos que ele é um Tyrant, e finalizando o ceifador sinistro Hunk, o senhor que sempre engana a morte também está presente em seu mini game “O 4º Sobrevivente”.

 

Ada tem uma participação muito importante na trama.

 

Sherry terá muito trabalho com o chefe Irons.

 

Também devo acrescentar dois personagens que ganharam uma participação maior do que tinham no original, um deles é o chefe de polícia Brian Irons, que possui um papel de vilão trabalhando para os caras errados (a corrupção nunca morre), e inferniza a vida da pequena Sherry, e o segundo é o dono da loja de armas Robert Kendo, a participação dele foi digna de aplausos, no original ele apenas aparece e morre segundos depois de conversar com nosso personagem por um grupo de zumbis que invade a loja quebrando a vitrine, já no Remake é uma cena linda onde ele está com sua filha, e só pede que os deixem em paz, foi uma das cenas do jogo que mais me emocionou, realmente uma inclusão que enriqueceu mais ainda a história.

 

A cena com Robert Kendo é emocionate, nem um pai deveria passar o que ele passou!

 

Será que faltou alguma coisa?

 

Sim, faltou, os inimigos em sua maioria estão no jogo, zumbis de todos os tipos, os terríveis Lickers, agora chamados de Carnífices, o Mr. X e todas as versões do Willian Birkin transformado, porém dois inimigos deixaram o jogo, na verdade um não apareceu mais e o outro sofreu uma transformação, o primeiro que não está presente no jogo é a aranha gigante, encontrada nos esgotos, a primeira coisa que pensei e procurei assim que entrei nos esgotos foi, cadê as aranhas?, a tensão tomou conta pois são inimigos que envenenam e atacam de repente, mas ao invés delas, o monstro que saia da barriga do chefe Irons no original tomou conta do lugar, e não sendo apenas um e sim vários, se tivesse os dois inimigos nos esgotos eu não me importaria de gastar alguns cartuchos a mais, mas enfim, algum motivo tiveram para retira-las do jogo (ou não, quem sabe), o outro inimigo sofreu uma modificação em sua visual, trata-se das plantas encontradas no laboratório, claramente via-se que eram mesmo plantas mutantes que de alguma forma conseguiram se locomover, mesmo lentas eram perigosas por jogarem um liquido venenoso e chicotear nosso personagem com seus tentáculos, agora temos pessoas contaminadas que se tornaram meio plantas, são um pouco mais rápidas que as originais e possuem um único ataque, único e letal, caso agarrem Leon ou Claire sem que eles estejam equipados com um item de defesa suas bocas se abrem e as criaturas devoram a cabeça de nossos heróis em um único golpe, um inimigo um tanto quanto apelão, mas possui pontos fracos ao redor do corpo, bolas laranjas que precisam ser acertadas para fazer as criaturas caírem, porém ao ficarem por algum tempo caídas essas plantas se regeneram e voltam a infernizar, felizmente sabemos que o único meio de mata-las por definitivo é queimando-as, e tanto Leon quando Claire tem os meios necessários para isso.

 

A Ivy é um inimigo terrível, não deixe que te agarre sem um equipamento de defesa, senão é game over.

 

Jornada dupla para cada protagonista

 

Assim como no original o Remake conta com as 2 jornadas para cada personagem, graças ao acidente com o caminhão no início os dois se separam, e cada um chega na delegacia por uma rota diferente, o final verdadeiro é revelado ao se concluir a segunda jornada de qualquer um dos dois personagens, o que difere um do outro são pequenos trechos que cada um faz individualmente, mas que não interferem no desfecho.

Logo que qualquer uma das duas jornadas B é concluída é liberado o jogo “O 4º Sobrevivente, protagonizado pelo Hunk, líder dos USS da Umbrella, ele foi encarregado de trazer uma amostra do G vírus de volta e não pretende falhar em sua missão, mesmo que custe a vida de toda a sua equipe. É um mini game super difícil onde o jogador no papel de Hunk tem uma quantidade de armas, munições e ervas limitada, e tem que chegar no ponto de extração antes que as hordas de zumbis o façam em pedaços, o jogo é cronometrado, e depois de terminado pode ser refeito para uma conclusão em tempo menor.

 

O ceifador sinistro o aguarda nesta missão super difícil.

 

Após finalizar com Hunk, mais um mini game é desbloqueado, “Tofu, O Sobrevivente”, trata-se do mesmo jogo do Hunk, o mesmo caminho e mesmos inimigos, porém no papel de um pedaço de queijo ambulante, que usa nada mais do que facas, seu inventário é cheio de facas e algumas ervas somente, aqui o desafio fica por conta de desviar do maior número de adversários e chegar ao final.

 

Um pedaço de queijo ambulante, os zumbis vão adorar!

 

Recentemente RE2 teve uma atualização gratuita (super ponto positivo Capcom) chamada de “Sobreviventes Perdidos”, é outro mini game que envolve personagens que não sobreviveram a Raccoon City, porém nestas histórias é mostrada uma versão alternativa da possível sobrevivência de cada um destes personagens, são três mini games;

“Sem tempo para chorar” – Após perder a filha o dono da loja de armas, Robert Kendo se prepara para tirar a própria vida quando recebe um chamado no rádio de um amigo que oferece ajuda, agora disposto a se salvar Robert parte para o local combinado para encontrar este amigo que está em um helicóptero, esse mini game como os outros funcionam como o 4º Sobrevivente, chegar em um determinado ponto para conseguir fugir, também com tempo cronometrando todo o trajeto, a diferença aqui na campanha de Kendo fica por conta dos zumbis com um brilho roxo na cabeça e olhos, ao atirar neles um gás roxo é liberado e caso Kendo esteja perto o suficiente será evenenado.

 

“Fugitiva” – A filha do prefeito Katherine Warren, que morreu nas mãos do chefe de polícia Brian Irons recebe uma segunda chance nesta versão alternativa onde ela consegue matar o chefe Irons e se prepara para fugir e se encontrar com seu amor Ben Bertolluci, que está preso na prisão subterrânea da delegacia, os novos zumbis no jogo de Katherine são os zumbis pálidos, versões mais resistentes que podem se regenerar se não forem eliminados por armas de grosso calibre.

 

 

 

“Soldado Esquecido” – Um membro da USS (Umbrella Security Service) que estava no laboratório se levanta e vê a oportunidade de voltar com uma amostra do G vírus, mas para isso ele precisa passar por diversos zumbis, e alguns deles trajando armaduras resistentes contra tiros, é o mais difícil dos 3 mini games, e exige que se decorre o posicionamento dos inimigos e qual a hora certa para atirar ou para correr.

 

 

 

Conclusão

Resident Evil 2 traz a mesma campanha rica do original, agora com muito mais detalhes, gráficos dignos da nova geração e uma jogabilidade que já vem dando certo em outros jogos da franquia, personagens bem elaborados com alguns ganhando papeis adicionais na trama, com um tempo de duração bom para uma primeira jogada, que varia entre 8 a 14 horas, dependendo do que o jogador está buscando, há os exploradores e os speed runners, entretanto também é possível fechar o jogo em tempo recorde, coisa abaixo das 2 horas, possui mini games que vão testar as suas habilidades e te garantir gastar mais algumas horas tentando finalizar cada um ou mesmo tentando quebrar recordes. Jogar Resident Evil 2 é uma experiência fantástica e cada fã, cada jogador que goste de suspense, terror ou coisas parecidas deve jogar este título e apreciar cada cenário, cada atmosfera que ele lhe oferece!

Cabe a nós agora manter a chama acesa, e perguntar, Capcom, vamos ter um Resident Evil 3: Nemesis Remake? Com certeza a Capcom sabe de seu sucesso com estes dois primeiros Remakes e não vai deixar a obra parar, se bobear, o Remake do 3 já está no forno só aguardando uma data para ser divulgado, enquanto isso, vamos aproveitar tudo que está série gigante tem a oferecer.

Nota: 4/5

Resident Evil 2 etá disponível para Playstation 4, Xbox One e Pc’s!

Membro do S.T.A.R.S ao lado de Chris, apaixonado por games desde sempre, extrovertido e amigão da vizinhança, segundo super-soldado conhecido pela humanidade e chamado de Nash, analista de games do Portal GeekSaw.


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Tema por Gabriela Gomes